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E se o ano começasse agora?

E se o ano começasse agora?

O calendário insiste em começar o ano em 1º de janeiro, mas algumas culturas preferem esperar o mundo se ajeitar um pouco antes de virar a página:) No dia 17 de fevereiro, enquanto o Brasil ainda dança entre confetes e serpentinas, começa também o Ano Novo Chinês, o ano taoista 4723, regido pelo Cavalo de Fogo.

É curioso, quase poético, ter um novo ano nascendo junto com o Carnaval. De um lado, a folia, o corpo em movimento, a rua como sala de estar. Do outro, a tradição oriental que vê no início do ano um convite à consciência, à observação do ritmo da vida e às escolhas que pedem ajuste.

Para quem é da turma da festa, fica o bônus simbólico. Além de celebrar, existe mais um etapa, mais uma chance de desejar, renovar e seguir em frente com coragem, para os orientais, atributo clássico do Cavalo de Fogo

Para quem prefere o recolhimento, o silêncio e o descanso total no Carnaval, o novo ano oriental que começa em fevereiro soa quase como um presente. Uma pausa legítima para olhar com calma como 2026 tem se desenhado, o que fluiu, o que ainda não engatou, o que pode mudar sem pressa e sem drama.

Para os orientais, o Cavalo de Fogo fala de energia vital, movimento e autenticidade. Nada de fazer por fazer. Para eles é um ano que pede alinhamento entre impulso e intenção, entre ação e sentido. 

Talvez seja esse o charme de fevereiro. Enquanto uns aceleram e outros desaceleram, existe a chance rara de escolher como atravessar o ano que já está em curso. Entre o barulho do Carnaval e a simbologia silenciosa do Ano Novo Chinês, o tempo parece oferecer um intervalo. Um convite sutil para ajustar o passo, reafirmar intenções e seguir adiante com mais consciência. Nem sempre é sobre começar de novo, às vezes é apenas sobre como continuar.

Conte-me: Você é da turma da folia de Carnaval? Da turma do silêncio e descanso? Ou tudo junto e misturado?

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